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| Fonte da imagem: http://www.blogovershock.com.br |
O bom da literatura é que ela
pega pontos, vivências da vida real e a transforma numa escultura de palavras,
por isso é considerada uma das artes. É por meio da leitura desta verdade
mentirosa, que é a literatura, é que fazemos nossas catarses pessoais. É o que
acontece ao lermos o conto: “Apenas mais
uma de amor” de Margarete Schiavette, presente na Antologia de contos: “Corações entrelaçados: contos de amor”,
organizado por Leandro Schulai (Andross, 2013).
Uma narradora
em terceira pessoa tenta entender o porquê de seu amor não ser correspondido. José,
seu objeto de amor, num primeiro momento, é um nome comum demais para um amor
tão grande, ao ser transformado em personagem, ganha uma sobrevida ao ser cinzelado
pela escritora.
