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quarta-feira, 20 de março de 2013

Um Coração de Pedra

Fonte da imagem:
 http://www.blogovershock.com.br

O bom da literatura é que ela pega pontos, vivências da vida real e a transforma numa escultura de palavras, por isso é considerada uma das artes. É por meio da leitura desta verdade mentirosa, que é a literatura, é que fazemos nossas catarses pessoais. É o que acontece ao lermos o conto: Apenas mais uma de amor de Margarete Schiavette, presente na Antologia de contos: Corações entrelaçados: contos de amor”, organizado por Leandro Schulai (Andross, 2013).

Uma narradora em terceira pessoa tenta entender o porquê de seu amor não ser correspondido. José, seu objeto de amor, num primeiro momento, é um nome comum demais para um amor tão grande, ao ser transformado em personagem, ganha uma sobrevida ao ser cinzelado pela escritora.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Tantas Letras! 2012 - (III)

Reportagem de: Ivan Leite

2º. Encontro: Oficina – 1

Coordenadores: Reynaldo Damazio e Cristina Paiva


Data: 22.09.2012

Reynaldo Damazio:
(poeta, editor, crítico literário, autor de Horas perplexas).

Cristina Paiva:
(jornalista e crítica literária, colaboradora do Guia da Folha).


Oficina – 1:

Sala das Oficinas - Pinacoteca de São Bernardo do Campo

No último dia 22 de setembro de 2012, a oficina literária do Tantas Letras! recebeu a jornalista e Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Cristina Paiva. Ela apresentou ao grupo uma leitura da sua dissertação de mestrado: “Oficinas de criação como rede em construção:aspectos comunicativos nas propostas de Edith Derdyk e Mario Bellatin”.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Fahrenheit 451 - Filme

Assisti e gostei...




Ivan Leite

Lembro-me de certa vez ter assistido ao final do filme “Fahrenheit 451” na televisão. As roupas das personagens, as músicas, o clima futurista e a temática: bombeiros pondo fogo em livros me deixaram curioso por assisti-lo por inteiro.

Passado alguns anos, eis que o encontro no acervo da escola em que dou aulas. Minha alegria foi tanta que corri até a Coordenação e o emprestei para assisti-lo quando tivesse um tempo. Hoje eu o vi por inteiro.

 “Fahrenheit 451” foi um sucesso nos meados dos anos 60 e foi interessante perceber as diferenças enormes do modo de filmar da época com o nosso 3D atual.